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Manual de Redes Sociais Unesp
Perfis oficiais
De acordo com dados de fevereiro de 2012 divulgados pela Comscore,uma das principais empresas mundiais em pesquisas e estatísticas do mundo digital, 51.759 milhões de brasileiros têm acesso à Internet. Desses, 92% participam de alguma rede social.
Frente a esse enorme alcance de público, é compreensível a importância de designar a administração das redes sociais a pessoas qualificadas.
O Manual de Redes Sociais da Unesp ajudará orientar os gestores dos canais oficiais da universidade.
Canais oficiais
* Tente seguir o padrão de nome que as outras mídias sociais da instituição adotam. Evite símbolos que dificultem as buscas, como _ e *
* Redes sociais devem seguir uma linha editorial. Ao definir o conteúdo que será compartilhado, avalie se ele é pertinente com a missão e os interesses da universidade
* Fique atento se textos e links estão corretos. Mesmo que o erro seja apagado rapidamente, o estrago é imediato.
* As redes sociais são muito dinâmicas. Aproveite para postar novidades. O perfil que não é atualizado freqüentemente é desinteressante e não atende às necessidades do público que navega na Internet.
* Um perfil na rede social deve responder aos seus seguidores com agilidade. Evite frases prontas, pois este canal propõe uma conversação / relacionamento mais próximo.
* Caso algum seguidor aponte uma informação discordante, assuma seu erro, verifique e, se necessário, faça a correção. Não se esqueça de agradecer ao colaborador.
* A Internet tem uma flexibilidade que permite o uso de linguagem menos formal. Esteja alinhado com a linguagem utilizada pelos outros canais de comunicação da instituição e evite gírias.
Importante
Todos os servidores públicos e colaboradores são porta-vozes da Unesp. Antes de postar na Internet, lembre-se que seus comentários podem aparecer nas buscas. Por isso, não compartilhe informações internas confidenciais. Além de não ser ético e poder comprometer o servidor no ambiente corporativo, dependendo do assunto e da forma abordada, ele (a) pode responder processo a administrativo disciplinar, penal e cível.
Referir-se de forma depreciativa a autoridade ou superior hierárquico, por exemplo, são condutas vedadas ao servidor pelo Estatuto dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo, com conseqüências que podem sugerir a mera infração ética e ganhar contornos de processo.
Assessoria de Comunicação e Imprensa
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